No Arucas Gaming Fest do mês passado, aprendemos mais sobre videogames e melhores práticas com diferentes especialistas e seus painéis. Por um lado, havia senso de comunidade e tolerância à frustração como benefícios dos jogos. Do outro, o professor e psicopedagogo Iker Martínez, da organização PantallasAmigas, falou sobre como lidar com as relações sociais dentro das plataformas de videogames online.
Martínez sublinhou que, por muito familiarizados que pais e professores possam estar com o jogo nas novas gerações, “não percebemos a componente social dos videojogos no bullying”, sublinhando a chamada “infeção social do insulto” como fator endémico. E como um exemplo claro, ele apontou como “os pais não sabem que você pode denunciar assédio e mau comportamento dentro dos próprios jogos”.
Além de denunciar abusos, durante a sessão a pedagoga compartilhou alguns conselhos e respondeu perguntas de alunos presentes na sala que realmente não sabiam o que fazer quando atuam como testemunhas, principalmente com o caso mais comum de mulheres sendo assediadas ou menosprezadas (e com uma grande porcentagem tendo que adotar uma persona masculina para ser respeitada e incluída no jogo). E quais são essas dicas e truques para estar mais pronto ou mais protegido em um ambiente potencialmente tóxico? “Você tem que se cercar de pessoas boas e honestas, mas também todos nós temos que melhorar a educação nesse sentido e todos têm que ser ensinados que videogames não são só para meninos. E tem que haver muita prevenção”.
Como você se sente em relação ao bullying nas plataformas de videogames hoje em dia? Deixe um comentário ou uma dica abaixo.