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O ano de 2021 se aproxima do fim com o Free Fire ainda em uma crescente. Depois de uma edição cancelada na Liga Brasileira de Free Fire (LBFF) em 2020, o ano conseguiu se aproximar mais da normalidade com três temporadas, um Mundial e final presencial na LBFF 6. Além disso, vários torneios emuladores aconteceram, várias mudanças em times e no jogo da Garena, e também escândalos.
Jogo é segundo que mais arrecadou em 2021 — Foto: Franciane Dahm
Jogo é segundo que mais arrecadou em 2021 — Foto: Franciane Dahm
O ge reuniu cinco momentos importantes no ano que não parou para o fã do Free Fire: tanto em atualizações como em competições. Confira abaixo.
Segue o Fluxo
Depois de brilhar no Corinthians, conquistando inclusive o Mundial em 2019, Bruno “Nobru” e Lucio “Cerol” se juntaram para criar a própria organização: Fluxo. Primeiro com um elenco mobile, o time do Fluxo fez a estreia na LBFF 4, venceu e representou o Mundial em Singapura, terminando em quarto lugar. Depois foi a vez da maior contratação do cenário emulador.
Rei do Emulador, Bak é confirmado pelo Fluxo na equipe de Free Fire Emulador — Foto: Fluxo
Rei do Emulador, Bak é confirmado pelo Fluxo na equipe de Free Fire Emulador — Foto: Fluxo
Em julho, o heptacampeão da Liga NFA, Gabriel “Bak”, fechou com a organização de Nobru, o que gerou uma disputa judicial milionária entre o jogador e a LOUD.
O Fluxo foi expandindo até para outros jogos, com a contratação do Nino “ninexT”, principal nome do Call of Duty: Warzone e campeão do Prêmio eSports Brasil na categoria de melhor jogador de battle royale.
Gol da Garena
Em agosto, a Garena fechou uma parceria de dois anos com a CBF. A desenvolvedora fechou patrocínio das seleções masculina e feminina, e também criou skins no jogo e várias ativações durante partidas oficiais. Além das ativações no ambiente digital, a marca do Free Fire também esteve em placas de publicidade nos campos de treinamento da Seleção e nos backdrops de entrevistas.
Pacotes conjunto oficial Seleção Brasileira Amarelo e Azul constam na Caixa CBF Amarelo — Foto: Reprodução/Free Fire
Pacotes conjunto oficial Seleção Brasileira Amarelo e Azul constam na Caixa CBF Amarelo — Foto: Reprodução/Free Fire
Cartão vermelho para a Garena
Em novembro, o Blog do Chandy revelou o esquema de telamento usado pela Alt Games durante a a série B da LBFF. O ex-caster da Garena, Marcos “Solotov”, repassava o link sem delay para a organização, o que permitia que os jogadores pudessem antecipar a jogada dos adversários. Pelo menos duas edições da Série de Acesso tiveram o uso ilegal do telamento. Vários times incluindo Baze, Imortal Force e Civis foram diretamente afetados pelo esquema. A Garena mantém o silêncio sobre o assunto.
Nerf do CR7
O Chrono, personagem inspirado em Cristiano Ronaldo, foi lançado no fim do ano passado e foi considerado o mais forte no jogo. A comunidade reclamou do apeludo e a Garena acabou nerfando o CR7 em abril. Em novembro, o “herói” passou por uma nova redução nas habilidades, afetando diretamente o Escudo Tunado e na velocidade de movimento. O nerf mudou completamente as estretégias de jogo.
Chrono, personagem de CR7 em Free Fire — Foto: Divulgação/Garena
Chrono, personagem de CR7 em Free Fire — Foto: Divulgação/Garena
Separação mobile e emulador
A Garena pegou os fãs do Free Fire de surpresa ao separar os jogadores mobile dos emuladores nas ranqueadas e modo contra squad, em outubro. A desenvolvedora entendeu que a experiência de jogar no celular é completamente diferente de jogar no PC com teclado e mouse. Com a mudança, se tiver um ou mais jogadores em emuladores em uma equipe, todas as equipes adversárias também serão de emuladores.