Fallen Aces parece mais uma aventura de ação do que uma história de detetive ‘noir’

Raramente, exceto talvez no caso do Batman “o maior detetive do mundo”, temos a chance de explorar o lado mais físico das histórias clássicas de detetives. Tais títulos tendem a se concentrar na resolução de quebra-cabeças, conversa e observação do ambiente, não conflito direto com os “bandidos”. É por isso que é refrescante ver desenvolvedores indie como Trey Powell e Jason Bond que querem abordar sua história em Fallen Aces como uma aventura de ação que é mais ‘pulp’ do que ‘noir’. Durante nossa visita ao The Mix, a grande área de vitrine de desenvolvimento indie no Summer Game Fest, pudemos conversar com Trey M. Powell sobre seu primeiro jogo, desenvolvido inteiramente em Unity.

A premissa é que somos um detetive investigando as mortes de um grupo (também detetives e justiceiros) chamado Ases, e para isso estaremos lidando lenha por toda a cidade, chutando portas e fazendo perguntas com os punhos na nossa frente. É uma premissa simples, embora, segundo Powell, haja alguns momentos de investigação mais relaxada.

Talvez o que mais se destaque em Fallen Aces seja seu design de arte, cuja inspiração é “um monte de quadrinhos de detetive de estilo antigo e coisas assim”.

Não está claro se ele dará o salto para os consoles, mas pelo menos podemos aproveitar Fallen Aces, agora disponível no Steam.

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