A Arábia Saudita foi o primeiro país a aprovar a aquisição da Activision Blizzard pela Microsoft. O negócio foi anunciado em janeiro por US$ 68,7 bilhões (~R$ 371 bilhões), o maior da indústria de tecnologia até hoje.
O órgão General Authority for Competition revelou no último domingo (21) não ter objeções para que a Microsoft finalize sua compra.
Por ser um acordo grande, a aquisição da Activision Blizzard pela Microsoft precisa da aprovação dos órgãos reguladores ao redor do mundo, baseado na lei da competição. Em documentos divulgados, o órgão regulador General Authority for Competition da Arábia Saudita aprovou o negócio.
A companhia japonesa teria dito que se Call of Duty se tornasse um exclusivo do Xbox, sua popularidade faria jogadores trocarem seu PlayStation por algum da Microsoft. Segundo a Sony, há uma base fiel de usuários e não há como produzir um concorrente para a franquia.
As we extend the joy and community of gaming to everyone, we are incredibly excited to welcome the fantastic teams and iconic franchises of Activision Blizzard to Team Xbox https://t.co/DVrgYS8ssB
— Phil Spencer (@XboxP3) January 18, 2022
A Microsoft rebateu as informações dizendo que diversas outras companhias concordaram com o negócio, como Ubisoft e Bandai Namco, com a Sony sendo a única empresa a dizer que Call of Duty estaria acima do gênero e não enfrenta competição.
Ela finaliza dizendo que a Sony não quer ver a franquia no Xbox Game Pass porque não deseja competir com o serviço. Anteriormente, a companhia japonesa havia dito esperar que a Microsoft honre os acordos contratuais para que Call of Duty continue multiplataforma.